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Jardim de Mil Histórias

Jardim de Mil Histórias

31
Mar16

Balanço Mensal | Março 2016

Isa Pereira

Março correu muito bem. Li cinco livros, dois dos quais eram dedicados ao desafio Pop-Up deste mês.

Comprei um livro, ganhei outro livro num passatempo e recebi quatro através de parcerias.

Portanto, saldo positivo.

Leituras

Quando Nietzsche Chorou, de Irvin D. Yalom
O Que Fazem Mulheres, de Camilo Castelo Branco
Mulheres, de Carol Rossetti
Porque Escolhi Viver, de Yeonmi Park
A Cura de Schopenhauer, de Irvin D. Yalom


Ofertas
O Que Fazem Mulheres, de Camilo Castelo Branco (Guerra & Paz)
Mulheres, de Carol Rossetti (Saída de Emergência)
Crónicas de André e Vicente, de Anita dos Santos
Jan Karski - O Meu Testemunho Perante o Mundo, de Jan Karski (Editorial Bizâncio)
O Cerco de Leninegrado, de Michael Jones (Editorial Bizâncio)



Boas leituras!
29
Mar16

O Livro da Minha Vida # 4

Isa Pereira


Depois de uma pausa no blog hoje é dia do segmento Livro da Minha Vida. A convidada de hoje é a Márcia Balsas, dos blogues Planeta Márcia e Fugir para Ler e Escrever. A Márcia aceitou o convite do Jardim de Mil Histórias e falar de um livro que a marcou. Tarefa difícil, por sinal.

Um livro muito especial para mim, que me marcou muito. Aqui fica a sugestão da Márcia.




Nome: Márcia Balsas
Localidade: Montijo
Profissão: Blogger
Blog: Planeta Márcia e Fugir para Ler e Escrever

Livro da Minha Vida: Morreste-me, de José Luís Peixoto




"Paramim a melhor leitura é sempre a próxima, o melhor livro é o seguinte, e o livroda minha vida estará algures nesse futuro de livros que me esperam. Não éfuturologia. É desejo de me maravilhar mais a cada livro.
Por isso me é tão difícilescrever este texto. Porque olho para os livros por ler como uma criança cobiçaum doce, toco-lhes as lombadas e imagino tudo o que há para descobrir, sonhocom palavras perfeitas, que me esperam, e fantasio um mútuo desejo de encontro.
Mas, para esta partilha, éna estante dos livros lidos que devo encontrar o livro para continuar estetexto. Tenho de o saber, conhecer e, acima de tudo, de lhe ter sentido aspalavras a encaixarem em mim como se já cá estivessem. Comigo funciona com ador. Com outros leitores será o amor, a paixão, a melancolia, a felicidade. Eupreciso que as palavras me magoem, desorientem e tirem o sono. Preciso de ficaracordada ou, se dormir, de ser atormentada por sonhos feitos das frases que nãoesqueci, que nunca mais vou esquecer.
É um livro-verdade,construído de realidade, que li, reli e voltarei a ler. Sempre até ser,possivelmente e oficialmente, o livro da minha vida. É Morreste-me, de José Luís Peixoto."




Nome: Morreste-me
Autor(a): José Luís Peixoto
Editora: Quetzal
Edição: 2009
N.º Páginas: 64 páginas




Sinopse:
Morreste-me, texto que deu a conhecer o jovem escritor José Luís Peixoto, é uma obra intensa, avassaladora e comovente: é o relato da morte do pai, o relato do luto, e ao mesmo tempo uma homenagem, uma memória redentora.
Um livro de culto há muito tempo indisponível no mercado português.



Boas leituras!
21
Mar16

Conversas de Mil Histórias | Alix Christie

Isa Pereira

Hoje nasce mais um segmento aqui no blog: Conversas de Mil Histórias. Um espaço de entrevistas e conversas onde pudemos ficar a conhecer os autores e as suas obras.

E a estreia desta rubrica não podia ser melhor. Alix Christie, autora do livro O Aprendiz de Guttemberg, lançando este mês pela editora Saída de Emergência foi a minha primeira convidada.

Um livro e uma autora que valem bem a pena conhecer.

Espero que gostem.



Jardim de Mil Histórias - Yourfamiliy is linked to world of printing. How was it to grow inside thatbusiness?
Alix Christie - I was luckyto have a grandfather who ran a type foundry in San Francisco and printed byletterpress at home. From him I got my love of the press, which also includedthe presses of newspapers. I'm a journalist like my mother before me, and Ithink that my whole life I have believed that printed words are the mostpowerful tool we have for human progress. And making books by hand is just alot of fun.


J.M.H. - In whatway was that important for your love for writing?
A. C. - Writingfollowed reading. We're a bookish family: everybody in my family reads a lotand some of us became writers; my sister is a poet.  If you cherish words and writing, you reallyappreciate excellent writing, and are somehow inspired to aim much higheryourself. I really am mainly interested in literature that tries to reveal theworld, in as true a way as possible.


J.M.H. - How didyou come up with the idea of writing a book about Gutenberg?
A. C. - It was alucky coincidence: I read a news article about how Gutenberg might have madehis first types, then I found a book about Peter Schoeffer, his apprentice. Myinterest and curiosity were piqued, and the more I researched, the more I wasamazed that the story hadn't really been told in a fictional way before.


J.M.H. - This novel The Gutemberg Apprendice is based on true events?
A. C. - Yes. It wasvery important to me to try to tell as accurate a story as possible, based onwhat book historians know about these long-ago events. I wanted to imagine atale that might explain the books and evidence that have survived, and put thishistoric invention in its time and place. It's a historical fiction, and assuch is my own interpretation of things that might have happened 565 years ago.


J.M.H. - Whatreaders can expect from this book?
A. C. - I've beentold that readers really feel they are immersed in the world of the late MiddleAges in Germany, and are living this amazing adventure right along with thecharacters. It's also clear that many of the feelings this new technologybrought to people then are parallel to what we are experiencing today. Soreaders should prepare to reflect on the impact of digital technology on theirown lives, just as those medieval readers felt this staggering new technologychanging theirs.


J.M.H. - What areyour favorite authors?
A. C. - Fyodor Dostoevsky,George Eliot, Don DeLillo, Marilynne Robinson, Hilary Mantel.


J.M.H. - Whatprojects do you have for the future?
A. C. - I'm finishingsome short stories while I begin research on my next historical novel, set in19th century America.


Alix, thank you for this interview.

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J.M.H. - A sua família está ligada ao mundo da impressão. Como foi crescer no seio desse mundo?
A. C. - Tive a sorte de ter um avô que geria uma fundição em São Francisco e poder fazer impressão tipográfica em casa. O amor pelo mundo da impressão veio dele, assim como o gosto pelos jornais. Sou jornalista, como também a minha mãe, e durante toda a minha vida considerei que a impressão de palavras é um dos instrumentos mais poderosos do desenvolvimento humano. E poder fazer os livros à mão é muito divertido.


J.M.H. - Em que medida é que isso foi importante neste seu gosto pela impressão?
A. C. - Depois da leitura vem a escrita. Somos uma família amante de livros: todos os membros da minha família lêem muito e alguns tornaram-se escritores. Se aprecia palavras também aprecia uma boa escrita e sentir-se-á inspirada. Tenho especial interesse na literatura que tenta revelar o mundo, na sua verdadeira essência.


J.M.H. - Como lhe surgiu a ideia de escrever um livro sobre Gutemberg?
A. C. - Foi uma feliz coincidência. Li um artigo sobre como Gutemberg tinha feito as suas primeiras impressões, e descobri um livro sobre Peter Schoeffer, o seu aprendiz. O meu interesse e curiosidade aumentaram e quanto mais pesquisava mais maravilhada ficava pelo facto desta história nunca ter sido contada através de ficção. 


J.M.H. - Este seu romance O Aprendiz de Gutemberg é baseado em eventos verídicos?
A.C. - Sim. Foi muito importante para mim contar uma história tão precisa quanto possível com base no que os livros dos historiadores nos contam sobre estes eventos. Queria imaginar uma história que pudesse explicar os livros e os factos que sobreviveram e colocar estes eventos históricos no seu devido tempo e local. É um romance histórico e é a minha interpretação das coisas que aconteceram há 565 anos atrás.


J.M.H. - O que é que os leitores podem esperar deste romance?
A. C. - Têm me dito que os leitores sentem verdadeiramente este mundo da Idade Média na Alemanha e vivem esta maravilhosa experiência juntamente das personagens. É certo, também, que muitos destes sentimentos que estas novas tecnologias trouxeram às pessoas da altura são paralelas ao que vivemos hoje em dia. Desta forma, os leitores devem estar preparados para reflectir sobre o impacto da tecnologia digital nas suas vidas, assim como os aqueles leitores medievais sentiram esta nova tecnologia na mudança da vida deles. 


J.M.H. - Quais são os seus autores preferidos?
A. C. - Fyodor Dostoievski, George Eliot, Don DeLillo, Marilynne Robinson, Hilary Mantel.


J.M.H. - Quais são os seus projectos para o futuro?
A. C. - Estou a terminar alguns contos e também a investigar para o meu próximo romance histórico que se irá passar, na América, no século XIX. 


Alix, muito obrigada por esta entrevista.



Boas leituras a todos!


Nota:

Esta entrevista foi realizada com o apoio da editora Saída de Emergência.

17
Mar16

Opinião | "Porque Escolhi Viver", de Yeonmi Park

Isa Pereira

Nome: Porque Escolhi Viver
Autor(a): Yeonmi Park
Editora: Editora Objectiva
Edição: 2015
N.º Páginas: 320 páginas





Sinopse:
A história real de uma norte-coreana que fugiu para conseguir viver. Cresceu a pensar que era normal ver cadáveres na rua a caminho da escola. Que era normal comer plantas selvagens para calar o estômago. Que era normal ver os vizinhos "desaparecer". Aos 13 anos, quando a fome e a prisão do pai tornaram o futuro impossível, Yeonmi e a família tomaram a decisão arriscada de fugir. Arriscaram morrer porque escolheram ser livres. Porque escolheram viver.



Opinião:
Gosto de ler histórias de vida e biografias. É uma descoberta recente. Quando vi que este livro tinha sido lançado em Portugal fiquei muito interessada em o ler. Já tinha lido o livro Dentro do Segredo, de José Luís Peixoto e gostei muito. Foi então que descobri este livro na biblioteca e agarrei-o sem olhar para trás. 

Tive interesse neste livro por falar de um país que nos é distante, não só em termos geográficos, mas em valores, ideologias, atitudes e muito mais. Mas também por se tratar de um mês dedicado às mulheres, aqui no blog.

Não é um livro fácil de se digerir. É um verdadeiro murro no estômago. Enquanto lia a história de vida desta jovem não queria acreditar que há pessoas no mundo que passam por situações indescritíveis. Faz-nos pensar ...muito! Sobre a liberdade e o nosso poder e direito de a exercer, sobre o pensamento crítico, a liberdade de escolha e pensamento. Coisas que para nós é natural e uma realidade, mas para esta jovem só há pouco tempo é que conheceu estes valores.

É inacreditável que uma jovem com pouco mais de 20 anos tenha uma história de vida tão dura e cruel. Ensina-nos a dar valor às pequenas coisas da vida e a lutarmos pela vida.

É por estas histórias que gosto cada vez mais destes géneros literários.

Recomendo. Não é fácil, mas leiam. 

Classificação:
5/5 - Adorei



15
Mar16

Opinião | "Mulheres", de Carol Rossetti

Isa Pereira

Nome: Mulheres
Autor(a): Carol Rossetti
Editora: Edições Chá das Cinco
Edição: 2016
N.º Páginas: 160 páginas





Sinopse:
Existem mulheres negras, brancas, morenas, latinas, asiáticas, indianas, indígenas. Existem engenheiras, donas de casa, prostitutas, ministras, artistas, executivas, atrizes. Há mulheres cegas, surdas, mudas. Mulheres bipolares, deprimidas, ansiosas.

Existem heterossexuais, lésbicas, bissexuais, arromânticas, pansexuais, assexuais. Mulheres cristãs, ateias, budistas, muçulmanas.

Há mulheres que não são ativistas, que nunca ouviram falar em feminismo, que nunca discutiram racismo. Mulheres que lutam de formas diferentes, a partir de ideias que não conhecemos.
Existem mulheres que têm vergonha de partilhar as suas escolhas por medo de serem julgadas. E existem mulheres que discordam de tudo o que eu disse até aqui.
Cada Mulher tem a sua própria história, e acredito que todas merecem ser ouvidas e representadas. A minha abordagem será abrangente, convidando todos os que partilhem comigo essa ideia de liberdade a celebrar a diversidade do ser humano. 



Opinião:
Vou começar esta opinião por afirmar que tudo o que possa dizer sobre este livro é pouco e não faz jus à qualidade e à mensagem que este livro transmite. É uma ode às mulheres, A TODAS as mulheres, sem excepção. 

É um livro com ilustrações lindíssimas, que retratam as mulheres de uma forma genuína e verdadeira. Está dividido por temas:

  • Corpo
  • Moda 
  • Identidade
  • Escolhas
  • Amor 
  • Valentes 
Em cada assunto são abordados preconceitos, estereótipos, emoções, por vezes difíceis de exprimir por palavras, mas que a autora transmite brilhantemente através da imagem. Textos simples, verdadeiros e directos. 

Um livro sem tabus, com mensagens fortíssimas de amor-próprio, de auto-valorização, de optimismo, de liberdade de escolha, de felicidade, de tolerância e de respeito. Aceitarmos a nossa própria identidade, mas também aceitar os outros. 

Não só dirigida a mulheres, mas a TODOS. Para adultos, mas também para jovens. A sua linguagem clara, acessível e os assuntos abordados permite que este livro chegue a todos.

Um livro inclusivo que pretende quebrar preconceitos e barreiras.

Classificação:
5/5 - Adorei


Nota:
Este livro foi-me disponibilizado pela editora Saída de Emergência em troca de uma opinião honesta


09
Mar16

Opinião | "O Que Fazem Mulheres", de Camilo Castelo Branco

Isa Pereira

Nome: O Que Fazem Mulheres
Autor(a): Camilo Castelo Branco
Editora: Guerra & Paz
Edição: 2016
N.º Páginas: 224 páginas





Sinopse:
O Que Fazem Mulheres começa com um diálogo entre mãe e filha: a primeira tenta convencer a segunda a casar-se por dinheiro e não por amor.
Esta é a história de Ludovina, uma jovem bela, de origem fidalga, mas sem dote que lhe possa arranjar marido. Sem intenções sérias, namora-a Ricardo de Sá, mas há outro homem, João José Dias, regressado do Brasil, muito rico, muito velho, muito gordo.




Opinião:
Este livro deixou-me maravilhada. Não só pelo seu aspecto gráfico (estas edições da Guerra & Paz estão fantásticas), mas também e sobretudo pelo seu conteúdo. 

Este não foi o primeiro livro que li de Camilo Castelo Branco. Amor de Perdição foi uma das leituras obrigatórias, mas confesso que não me recordo bem dessa leitura, pois considero que, na altura, não tinha "maturidade literária" para o compreender na sua essência.

Camilo Castelo Castelo não podia faltar neste mês em que o tema principal do blog são as Mulheres. E em particular esta história, que fala de mulheres.

Prima pela originalidade, criatividade, mas sobretudo pela forte crítica social à sociedade portuguesa do Séc. XIX. Uma sociedade as mulheres não tinham grande voz e em que as suas vidas eram controladas pela família. Os seus sentimentos das mulheres eram secundários e o adultério era crime. 

Foi uma leitura muito boa, não só pelo tema, mas pela escrita muito poética de Camilo. Voltei a sentir vontade de ler mais livros dos nossos escritores do Séc. XIX, que muito tem falado no blog. Histórias e escritores que vale a pena conhecer e voltar a ler.

Recomendo.

Classificação:
4/5 - Gostei Muito


Nota:
Este livro foi-me disponibilizado pela editora Guerra & Paz em troca de uma opinião honesta.





07
Mar16

Opinião | "Quando Nietzche Chorou", de Irvin D. Yalom

Isa Pereira

Nome: Quando Nietzche Chorou
Autor(a): Irvin D. Yalom
Editora: Saída de Emergência
Edição: 2009
N.º Páginas: 324 páginas





Sinopse:
Friederich Nietzsche, o maior filósofo da Europa, está no limite de um desespero suicida, incapaz de encontrar cura para as insuportáveis enxaquecas que o afligem. Josef Breuer, médico distinto e um dos pais da Psicanálise, aceita tratar o filósofo com uma terapia nova e revolucionária: conversar com Nietzsche e, assim, tornar-se um detective na sua cabeça. Pelas ruas, cemitérios e casas de chá da Viena do séc. XIX, estes dois gigantes do seu tempo vão conhecer-se um ao outro e, fundamentalmente, conhecer-se a si próprios.E no final não é apenas Nietzsche que exorciza os seus fantasmas. Também Breuer encontra conforto naquelas sessões e descobre a razão dos seus próprios pesadelos, insónias e obsessões sexuais.Quando Nietzsche Chorou funde realidade e ficção, ambiente e suspense, para desvendar uma história superior sobre amor, redenção e o poder da amizade.


Opinião:
Vou começar esta minha opinião por dizer que o que mais me atraiu neste livro foi a capa. Linda, na minha opinião. E depois, quando peguei nele, fiquei muito curiosa com a história. 

Já conhecia este livro há algum tempo (assim como outros do mesmo autor), mas só agora tive a oportunidade em o ler. Foi-me oferecido pela editora Saída de Emergência aquando da minha ida ao programa "Faz Sentido", na Sic Mulher, no dia 22 de Fevereiro, no sentido de sugerir livros sobre os grandes pensadores do nosso tempo. 

Foi uma descoberta fantástica. Tudo o que possa dizer acerca deste livro é pouco. O autor é psiquiatra e isso é muito transparente no seu discurso. Contudo, a subtileza com que aborda assuntos que para muitos podem ser aborrecidos é fantástica e maravilhosa. 

Engane-se quem pensa que não vai perceber ou não gostar deste livro porque não gosta de filosofia ou psicologia. Nada disso! Discurso claro, uma linguagem subtil e leve, com diálogos fantásticos, de tirar apontamentos num bloco de notas, sem parar.

A ideia do autor transformar-se Nietzche num terapeuta foi fantástica. Esta troca de papéis enriqueceu muito o livro e a premissa desta história. 

Muito queria dizer sobre este livro, mas não quero estragar a surpresa e a descoberta do leitor. Escusado será dizer que quero ler mais livros deste autor. Mais não posso fazer senão recomendar a leitura deste livro.


Classificação:
5/5 - Adorei


Nota:
Este livro foi-me disponibilizado pela editora Saída de Emergência em troca de uma opinião honesta




02
Mar16

Balanço Mensal | Fevereiro 2015

Isa Pereira



O mês de Fevereiro foi um pouco atribulado e isso reflectiu-se nas leituras que fiz. Espero que o próximo mês seja mais repleto de muitas, mas sobretudo de boas leituras.

Mais uma vez consegui não adquirir nenhum livro, por isso a pilha de livros por ler não aumentou. Espero continuar assim.

Leituras

Não Digas Nada, de Mary Kubica
Mulheres que lêem são perigosas, de Stefan Bollman
Arranha-Céus, de J. G. Ballard
O fim é o meu início, de Tiziano Terzani

Boas leituras!
01
Mar16

Desafio Pop-Up | Março 2016

Isa Pereira

Este é o mês do dia Internacional da Mulher e não podia ficar indiferente (sem querer abusar muito no feminismo, claro). Por isso o tema do Desafio Pop-Up deste mês é: Mulher.

O objectivo é:
  • ler um livro que fala de e sobre a Mulher;
                                              ou
  • ler um livro que tenha sido escrito por uma mulher;
                                              ou
  • ler um livro que tenha como protagonista uma mulher.
Já têm ideias do que vão ler?

Participem e divirtam-se!

Boas leituras.

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