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Jardim de Mil Histórias

Jardim de Mil Histórias

29
Mar18

Opinião | "A Arte da Guerra", de Sun Tzu

Isa Pereira

Não sou muito de clássicos, é verdade. No entanto, tenho tentado mudar isso ao longo da minha vida de leitora. Este é um clássico muito antigo. Provavelmente muito conhecido entre a maioria dos leitores. Mas, como já vai sendo habitual, ainda não o tinha lido. E graças à editora Guerra & Paz tive agora a oportunidade de o ler. 

Já sabia ao que ia. Não fui iludida. Este é um livro de estratégia militar, escrito por Sun Tzu. Mas é também um livro muito filosófico, pois aquilo que encontramos nestas páginas podem ser aplicadas não só a nível militar, mas na nossa vida pessoal e empresarial. 

Sei que provavelmente não agradará a todos os leitores, pois pode tornar-se aborrecido ou demasiado técnico. Mas considero importante a leitura deste clássico em algum momento da nossa vida. 

Nota:
Este livro foi-me disponibilizado pela Guerra & Paz Editores em troca de uma opinião honesta.
Para mais informações sobre o livro clique aqui.  


28
Nov17

Opinião | "Refugiados", de José Jorge Letria

Isa Pereira

Título: Refugiados - 50 Vidas sem Pátria e com História
Autor(a): José Jorge Letria
Editora: Guerra & Paz
Temática/Género: História/História da Europa
N.º de Páginas: 184 páginas
Edição: 2017

Classificação: 4 estrelas



Sinopse:
Hoje, uma em cada 113 pessoas na Terra está deslocada, refugiada ou à espera de asilo. É a maior crise migratória forçada desde a Segunda Guerra Mundial: 65,6 milhões de seres humanos precisam de ajuda e protecção.

E eles podem ajudar-nos mais do que parece. Afinal, Albert Einstein, Sigmund Freud, Victor Hugo, Karl Popper eram refugiados. Conheça a história de superação de 50 refugiados que fizeram do nosso mundo, um mundo melhor. O mundo ajudou-os, eles devolveram em dobro a ajuda que receberam.



Opinião:
Este não é o primeiro livro que leio sobre o tema. Tenho uma "queda" para histórias de não-ficção. Histórias de vida. Neste livro, o autor José Jorge Letria apresenta-nos 50 figuras importantes da História que, em algum momento das suas vidas, se refugiaram noutro país em busca de uma vida melhor, de paz.

Não posso deixar de referir o aspecto gráfico deste livro. Muito cuidado, cosido na lombada. Com um grafismo muito bonito e atraente. A editora está de parabéns, não só pela temática, mas por tratar o livro quase como um objecto de arte. Os livros são para ler, mas podem ser bonitos. E este é para guardar.

Escrito de uma forma muito acessível, lê-se muito bem. Nada aborrecido. Cada figura é-nos apresentada como se de um bilhete de identidade se tratasse. Em poucas páginas o autor resume de uma forma esplêndida a vida de cada pessoa.

Aconselho a todos a lerem este livro. Vale mesmo a pena.

Boas leituras.


Nota:
Este livro foi-me disponibilizado pela Editora Guerra & Paz em troca de uma opinião honesta.




07
Jul17

Opinião | "As Pupilas do Senhor Reitor", de Júlio Dinis

Isa Pereira

Título: As Pupilas do Senhor Reitor
Autor(a): Júlio Dinis
N.º de Páginas: 376 páginas
Editora: Guerra & Paz
Colecção: Clássicos da Guerra & Paz
Edição: 2017
Temática/Género: Literatura/Romance

Classificação: 4,5 estrelas



Sinopse:
Um dos romances mais conhecidos da literatura portuguesa. Daniel, um jovem médico petulante, regressa à aldeia onde nasceu, depois de se ter formado. Margarida, amiga de infância, ali se manteve, ansiando pelo seu regresso. Mas Daniel já não é o mesmo. Esqueceu-se da vida passada. Urbanizou-se. Haverá um reencontro?
É bucólico, é inocente, é admirável. Leia-o!

Opinião:
Há uma sensação constante que os clássicos são aborrecidos, narrativa lenta e uma linguagem complexa. É certo que têm uma linguagem própria da época em que foram escritos, mas desenganem-se se acham que são aborrecidos. As Pupilas do Senhor Reitor, é uma boa prova disso.

Quero cada vez mais ler clássicos, principalmente portugueses. Estou a sentir que passei ao lado de toda uma geração de escritores que gostaria agora de conhecer. Esta minha saga iniciou-se com Júlio Dinis, autor de estreia para mim.

Gostei muito de ler este livro. Iniciei a leitura sem qualquer expectativas, pois já aprendi que deveria ser sempre assim. Uma história simples, mas muito bem escrita. Encontramos nele costumes, tradições, hábitos e uma linguagem específicos do Séc. XIX. Todos já conhecemos um pouco do que era o nosso país nessa altura, especialmente no norte do país. A medicina trazia novos métodos e revolucionários para alguns, mentalidades mais fechadas e tradicionais, mas com um grande valor familiar. A família era tudo. O respeito e a (des)obediência. A lealdade e a fidelidade. São valores muito presentes nesta história. Uma história que vale a pena ler e reler.

Vamos ler mais clássicos?! Claro que sim.

Boas leituras.

Nota:
Este livro foi-me disponibilizado pela Editora Guerra & Paz em troca de uma opinião honesta.





Esta foi uma leitura para o Desafio Literário Book Bingo "Leituras ao Sol", na categoria "Clássico Português".



10
Mai17

Opinião | "Viajante à Luz da Lua", de Antal Szerb

Isa Pereira

Título: Viajante à Luz da Lua
Autor(a): Antal Szerb
Editora: Guerra & Paz Editores
N.º de Páginas: 272 páginas
Edição: 2017
Temática/Género: Literatura/Romance

Classificação: 3,5 estrelas


Sinopse:
Mihály, um homem de negócios de Budapeste, vai passar a lua-de-mel em Itália com a mulher, Erzsi. Os problemas começam na primeira paragem, Veneza, mas é em Ravena que um antigo amigo de Mihály perturba o casal com histórias do passado. Ao perder o comboio para Roma, Mihály foge da mulher e vagueia pelo país, numa viagem de autodescoberta. Dividido entre o desejo e o dever, o que quer e o que os outros esperam de si, a boémia da adolescência e as responsabilidades de adulto, Mihály reencontra os seus fantasmas e questiona o sentido da vida.
Amor e morte cruzam-se neste romance trágico cómico de 1937, uma obra-prima do húngaro Antal Szerb, traduzida em diversos países, e que chega finalmente a Portugal.



Opinião:

Este livro conquistou-me pela capa. Há coisas assim. Que nos chamam, que nos puxam de uma maneira inexplicável. 

O sentimento por este livro é ambíguo. Se por um lado foi um leitura prazeirosa e agradável, por outro não senti empatia com as personagens, que no meu entender, têm personalidades complicadas e difíceis de lidar. Todas à sua maneira têm algo detestável e de adorável.  


Mihály é um homem mal resolvido consigo e com o seu passado. Com pouca auto-estima, tímido, mas por vezes com um ousadia que não se compreende. A sua esposa, Erzsi, é uma mulher frágil, dependente financeira e emocionalmente do seu marido, mas também das pessoas que estão à sua volta. 


Há que compreender que este foi um livro escrito numa época e sociedade diferente. Um livro que me fez pensar no percurso emocional da nossa vida e das suas implicações no futuro. Sermos autênticos, verdadeiros connosco próprios e o amor próprio é uma necessidade que se impera. Pela nossa saúde mental e das pessoas que nos rodeiam. 


Não deixem de ler que tem uma escrita muito bonita e agradável.


Boas leituras.




Nota:
Este livro foi-me disponibilizado pela Editora Guerra & Paz em troca de uma opinião honesta.


Para mais informações sobre o livro ver aqui.



25
Abr17

Divulgação | "Viajante à Luz da Lua", de Antal Szerb | Guerra e Paz Editores

Isa Pereira


Sobre o livro:

Mihály, um homem de negócios de Budapeste, vai passar a lua-de-mel em Itália com a mulher, Erzsi. Os problemas começam na primeira paragem, Veneza, mas é em Ravena que um antigo amigo de Mihály perturba o casal com histórias do passado. Ao perder o comboio para Roma, Mihály foge da mulher e vagueia pelo país, numa viagem de autodescoberta. Dividido entre o desejo e o dever, o que quer e o que os outros esperam de si, a boémia da adolescência e as responsabilidades de adulto, Mihály reencontra os seus fantasmas e questiona o sentido da vida.

Amor e morte cruzam-se neste romance trágico cómico de 1937, uma obra-prima do húngaro Antal Szerb, traduzida em diversos países, e que chega finalmente a Portugal.


Sobre o autor:
Uma das principais personalidades da literatura húngara do século xx, nasceu a 1 de Maio de 1901, em Budapeste, numa família de judeus convertidos ao catolicismo.

Com uma apetência para as línguas que desenvolveu desde cedo, rapidamente se notabilizou como escritor, tradutor e historiador da literatura. Estudou Alemão e Inglês na Universidade de Budapeste (atual Universidade Eötvös Loránd), tendo concluído o doutoramento em 1924, com apenas 23 anos.
Viveu em França, Itália e Inglaterra. De regresso, foi eleito presidente da Academia de Literatura Húngara, em 1933. Tornou-se professor de Literatura na Universidade de Szeged em 1937, o mesmo ano em que publicou Viajante à Luz da Lua, a sua obra mais conhecida. Mas perdeu o cargo na universidade na sequência das leis anti-semitas.
Em plena Segunda Guerra Mundial, foi deportado para um campo de concentração em Balf, onde morreu em Janeiro de 1945.

Para mais informações sobre este livro ver aqui



19
Mar17

Divulgação | "Os Dias em Que Portugal Foi Feliz", de Elisabete Agostinho | Guerra & Paz Editores

Isa Pereira


Sobre o livro:

O que têm em comum os dias 22 de Abril de 1500, 1 de Dezembro de 1640, 25 de Abril de 1974 e 10 de Julho de 2016?

Foram dias em que os Portugueses experimentaram uma genuína sensação de felicidade! Em 1500 descobriram o Brasil, em 1640 reconquistaram a independência, em 1974 voltaram a saborear a liberdade, e no Verão de 2016 foram campeões da Europa de futebol. Foram dias que trouxeram orgulho à história de Portugal.
Este é o livro desses momentos em que os Portugueses foram grandes, generosos e iluminaram o resto da humanidade. De Janeiro a Dezembro, ao longo do ano, descubra ou recorde os momentos mais exaltantes da nossa história. Descubra no passado as razões pelas quais Portugal tem futuro.


Sobre a autora:
Elizabete Agostinho. É jornalista, tradutora e escritora. Nasceu em Paris, onde viveu até aos 18 anos, mas o desejo de voar pelas suas próprias asas trouxe-a até Coimbra, para tirar o curso de Jornalismo. Apesar de ter passado por Liverpool e Barcelona, foi em Portugal que decidiu viver, o sítio onde reencontrou as suas raízes.
É autora do livro Feliz DivórcioManual de Instruções e da biografia Nascemos para ser Felizes – A Vida de Emanuel Contada pelo Próprio, editados pela Guerra e Paz. Coordenou ainda a colectânea As Grandes Cartas de Amor, publicada também em Espanha.
Sempre sentiu necessidade de contar histórias, por isso enveredou pelo Jornalismo, e o livro Os Dias em Que Portugal Foi Feliz é mais uma prova de que a realidade é frequentemente ainda mais entusiasmante que a ficção.

Para saber mais informações sobre este livro clique aqui

13
Mar17

Opinião | "Quando perdes tudo não tens pressa de ir a lado nenhum", de Dulce Garcia

Isa Pereira

Título: Quando perdes tudo não tens pressa de ir a lado nenhum
Autor(a): Dulce Garcia
Editora: Guerra & Paz Editores
N.º de Páginas: 272 páginas
Edição: 2017
Temática/Género: Romance

Classificação: 4,5 estrelas


Sinopse:
Um homem, duas mulheres, uma criança. A história de um triângulo amoroso à luz do que são hoje as relações sentimentais, marcadas por separações e recomeços e jogos psicológicos variados. Um romance onde se fala de paixão, desejo, raiva e um medo incrível da loucura. Também tem ameaças, mentiras e sexo. E humor, esse lado cómico que existe em todos os episódios, até nos mais trágicos. O que nos leva a apaixonarmo-nos e deixar tudo para trás? Como é possível mentirmos para obrigarmos alguém a ficar ao nosso lado. É normal um pai não gostar de um filho? E o amor, sempre o amor, é hoje uma doença ou a única terapia? Isabel sempre disfarçou os seus sentimentos debaixo de uma capa de serenidade, sobretudo desde que o irmão enlouqueceu depois de assistir a uma autópsia. Mas apaixona-se. 


Opinião:
Este livro seduz. Pela capa, mas sobretudo pela autenticidade do título. «Quando perdes tudo não tens pressa de ir a lado nenhum». Verdade é que sentimos logo à partida.

Novamente parti para esta leitura sem conhecer a história. Fui totalmente surpreendida. Pela escrita da autora, pela maneira como me envolveu na história e pela forma como a contou. Gostei da estrutura desta narrativa, alterando entre as várias personagens. 

Esta é a história de um triângulo amoroso. A Isabel, o Afonso e a Sara. Mais não digo. Sobre amor entre homem e mulher, entre pais e filhos, a paixão, os impulsos, a culpa, a mentira...As relações humanas na sua forma mais bruta e verdadeira. Sobre o desejo que nos move, que nos aproxima, mas também que nos destrói. 

Gostei da escrita da autora, sua verdade e autenticidade. Gostei da história, que me envolveu desde o início. Um romance que vale a pena ler, que todos deviam ler. Uma autora a acompanhar. 


Recomendo



Nota:
Este livro foi-me disponibilizado pela editora Guerra & Paz em troca de uma opinião honesta.

Para mais informações sobre o livro ver aqui.





28
Fev17

Divulgação | "Quando perdes tudo não tens pressa de ir a lado nenhum", de Dulce Garcia | Guerra & Paz Editores

Isa Pereira



Sinopse:
Um homem, duas mulheres, uma criança. A história de um triângulo amoroso à luz do que são hoje as relações sentimentais, marcadas por separações e recomeços e jogos psicológicos variados.
Um romance onde se fala de paixão, desejo, raiva e um medo incrível da loucura. 
Também tem ameaças, mentiras e sexo. E humor, esse lado cómico que existe em todos os episódios, até nos mais trágicos.



Sobre a autora:
Tem 46 anos e é jornalista desde 1991. É fundadora da revista Sábado, onde exerce actualmente as funçoes de subdirectora. Colaborou com o Diário Económico, o Correio da Manhã, a Máxima e a GQ, entre outras publicações.

Lembra-se do primeiro dia em que entrou numa biblioteca. Isso mudou a sua vida. Nunca mais parou de ler. A colecção «Dois Mundos» apresentou-a a Hemingway, Sommerset Maugham, Dostoievski, Tolstoi, Camus, e a vida atirou-lhe Kafka, Sylvia Plath, Marguerite Duras. Também leu algum lixo, claro. As pérolas brilham mais do aterro.

Gostaria de escrever como Julian Barnes e Ian McEwan. Não tem ilusões, faz o que pode.

Este é o seu primeiro romance.

Para mais informações sobre o livro clique aqui.









29
Jul16

Opinião | "O Retrato de Dorian Gray", de Oscar Wilde

Isa Pereira

Título: O Retrato de Dorian Gray
Título original: The Picture ofDorian Gray
Autor(a): Oscar Wilde
Editora: Guerra & Paz Editores
Edição: 2016
N.º Páginas: 272 páginas

Classificação Goodreads: 5 estrelas




Sinopse:
Este romance foi publicado, pela primeira vez, em Julho de 1890, numa revista mensal americana, a Lippincott’s. O editor, temendo acusações de indecência, expurgou-o, no entanto, de palavras e passagens que considerava ofensivas ou chocantes. Um ano depois, o autor publicaria o romance, agora na forma de livro, revendo a versão anterior, acrescentando-a substancialmente e transformando-a num manifesto filosófico: a beleza é a única coisa que interessa perseguir e conquistar na vida. 

Dorian Gray é um jovem belíssimo. Basil, encantado com a sua beleza, pinta-lhe o retrato. Apaixonado pela sua própria imagem na tela, Dorian deseja que esses traços imutáveis de beleza fiquem para sempre no seu rosto e que seja o retrato a envelhecer. É este o parti-pris narcisista, ou fáustico, do romance de Oscar Wilde. Romance filosófico, sobre a sua tese de fundo, Jorge Luis Borges disse: «Lendo e relendo Wilde ao longo dos anos, reparei numa coisa que os seus panegiristas não parecem sequer suspeitar: a saber, o facto mais elementar que, em boa verdade, Wilde tem sempre razão.»

Opinião:
Um dos desafios literários para 2016 é ler mais clássicos. Ora aqui estou a falhar totalmente. Mas este clássico não podia deixar passar. Fiquei rendida a estas edições da Guerra & Paz, que são na minha opinião, lindas.

Decidi então ler o livro O Retrato de Oscar Wilde, de Dorian Gray. Confesso que com um pouco de receio de ser uma leitura difícil. Nada disso. Adorei este livro e a história que o autor criou.

Sabia muito pouco do livro e da história. Não li opiniões, nem críticas, na esperança de ser surpreendida. A escrita é muito boa. Mas o que mais me agarrou foi a história que o autor criou. Surpreendente e marcante. Há algum tempo que um livro não me marcava tanto. 

Uma leitura fabulosa! Vamos lá ler mais clássicos. 



Nota:

Este livro foi-me disponibilizado pela Guerra & Paz Editores em troca de uma opinião honesta. Mais informações sobre o livro aqui.



09
Mar16

Opinião | "O Que Fazem Mulheres", de Camilo Castelo Branco

Isa Pereira

Nome: O Que Fazem Mulheres
Autor(a): Camilo Castelo Branco
Editora: Guerra & Paz
Edição: 2016
N.º Páginas: 224 páginas





Sinopse:
O Que Fazem Mulheres começa com um diálogo entre mãe e filha: a primeira tenta convencer a segunda a casar-se por dinheiro e não por amor.
Esta é a história de Ludovina, uma jovem bela, de origem fidalga, mas sem dote que lhe possa arranjar marido. Sem intenções sérias, namora-a Ricardo de Sá, mas há outro homem, João José Dias, regressado do Brasil, muito rico, muito velho, muito gordo.




Opinião:
Este livro deixou-me maravilhada. Não só pelo seu aspecto gráfico (estas edições da Guerra & Paz estão fantásticas), mas também e sobretudo pelo seu conteúdo. 

Este não foi o primeiro livro que li de Camilo Castelo Branco. Amor de Perdição foi uma das leituras obrigatórias, mas confesso que não me recordo bem dessa leitura, pois considero que, na altura, não tinha "maturidade literária" para o compreender na sua essência.

Camilo Castelo Castelo não podia faltar neste mês em que o tema principal do blog são as Mulheres. E em particular esta história, que fala de mulheres.

Prima pela originalidade, criatividade, mas sobretudo pela forte crítica social à sociedade portuguesa do Séc. XIX. Uma sociedade as mulheres não tinham grande voz e em que as suas vidas eram controladas pela família. Os seus sentimentos das mulheres eram secundários e o adultério era crime. 

Foi uma leitura muito boa, não só pelo tema, mas pela escrita muito poética de Camilo. Voltei a sentir vontade de ler mais livros dos nossos escritores do Séc. XIX, que muito tem falado no blog. Histórias e escritores que vale a pena conhecer e voltar a ler.

Recomendo.

Classificação:
4/5 - Gostei Muito


Nota:
Este livro foi-me disponibilizado pela editora Guerra & Paz em troca de uma opinião honesta.





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